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	<title>Comentários sobre: Florestania hippie</title>
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	<description>Por Altino Machado. Acreano, ex-repórter dos jornais O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil e Folha de S.Paulo em Rio Branco (AC), Goiânia (GO), Brasília (DF) e Manaus (AM).</description>
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		<title>Por: Simei</title>
		<link>http://terramagazine.terra.com.br/blogdaamazonia/blog/2009/12/29/florestania-hippie/#comment-34174</link>
		<dc:creator>Simei</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 15:36:36 +0000</pubDate>
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		<description>Gostaria de dizer palavras sucintas mediante os dois lados que o artigo proporciona, mas não consigo.
Vou tentar ser a voz de muitos que gostaria de dirigir a palavra ao Sr. Deputado e Professor Moises Diniz.

Sr. Deputado, vivo como Vossa Senhoria a alegria do crescimento deste estado nestes últimos 11 anos. Fico bem por ter participado desta revolução com meu voto, sou um grande defensor dos governos em questão contra os ataques daqueles que só vêem o lado negativo, mesmo eles existindo.

Fazer discurso da tribuna de um parlamento com a ajuda de assessores é muito confortável, sentar na frente do computador, ter tempo para escrever grandes monólogos escolhendo cada palavrinha a ser dita também é fácil.

Nestes anos de crescimento, como de fato é uma realidade o povo acreditou e fez investimento. Esses investimentos que digo, contraíram-se dívidas por acreditar justamente em promessas. Falo do povo da área rural, os que dependem de bons ramais para escoar seus produtos oriundos da agricultura e micro pecuário. 

Sr. Deputado, nessa linha do “desenvolvimento” tanto o governo federal como o estadual promoveram financiamentos para as pessoas que são produtores rurais, mas estes financiamentos apesar de serem convidativos pelos baixos juros um dia terão que serem pagos, e, justamente em tempos de melhor produção é justamente épocas de período chuvoso que nós denominamos “inverno”. E o Sr. finca o pé no barro para ver se os tais estão escoando suas produções regularmente? O Sr. tem conhecimento que quando a chuva é forte os ramais ficam intrafegáveis e o carro coletor do leite que os leva para o laticínio não entra e a produção do pequeno produtor é jogado fora? O Sr. sabia que os colonos em plena época de melhor produção de suas culturas os vêem apodrecendo na terra.

Sr. Deputado, é costumes dos poderes executivos e legislativos só darem a devida atenção quando se torna o caos, nunca se vê projetos que antecede os problemas vindouros. È inconcebível esperar criar cratera nos ramais para depois ir remedia-lo justamente em épocas de chuvas, dadonde fica impossível executar serviços que preste. - São sempre paliativos - Por que Vossas Senhorias que tem por obrigação criar leis e projetos não incluem no orçamento do estado verba com antecedência? Por que não começar os devidos reparos nos fatídicos ramais em tempos de estiagem que pode ser feito algo que preste e digno aos senhores do campo?

Uma última pergunta que acho peculiar: Qual é mesmo a função da SEATER, alem de pagar generosos salários a seus funcionários? Por que eles não fazem uma sincronia com o poder executivo dos municípios e estado, levando as informações que se fazem necessários em favor do “pessoá” da área rural?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de dizer palavras sucintas mediante os dois lados que o artigo proporciona, mas não consigo.<br />
Vou tentar ser a voz de muitos que gostaria de dirigir a palavra ao Sr. Deputado e Professor Moises Diniz.</p>
<p>Sr. Deputado, vivo como Vossa Senhoria a alegria do crescimento deste estado nestes últimos 11 anos. Fico bem por ter participado desta revolução com meu voto, sou um grande defensor dos governos em questão contra os ataques daqueles que só vêem o lado negativo, mesmo eles existindo.</p>
<p>Fazer discurso da tribuna de um parlamento com a ajuda de assessores é muito confortável, sentar na frente do computador, ter tempo para escrever grandes monólogos escolhendo cada palavrinha a ser dita também é fácil.</p>
<p>Nestes anos de crescimento, como de fato é uma realidade o povo acreditou e fez investimento. Esses investimentos que digo, contraíram-se dívidas por acreditar justamente em promessas. Falo do povo da área rural, os que dependem de bons ramais para escoar seus produtos oriundos da agricultura e micro pecuário. </p>
<p>Sr. Deputado, nessa linha do “desenvolvimento” tanto o governo federal como o estadual promoveram financiamentos para as pessoas que são produtores rurais, mas estes financiamentos apesar de serem convidativos pelos baixos juros um dia terão que serem pagos, e, justamente em tempos de melhor produção é justamente épocas de período chuvoso que nós denominamos “inverno”. E o Sr. finca o pé no barro para ver se os tais estão escoando suas produções regularmente? O Sr. tem conhecimento que quando a chuva é forte os ramais ficam intrafegáveis e o carro coletor do leite que os leva para o laticínio não entra e a produção do pequeno produtor é jogado fora? O Sr. sabia que os colonos em plena época de melhor produção de suas culturas os vêem apodrecendo na terra.</p>
<p>Sr. Deputado, é costumes dos poderes executivos e legislativos só darem a devida atenção quando se torna o caos, nunca se vê projetos que antecede os problemas vindouros. È inconcebível esperar criar cratera nos ramais para depois ir remedia-lo justamente em épocas de chuvas, dadonde fica impossível executar serviços que preste. &#8211; São sempre paliativos &#8211; Por que Vossas Senhorias que tem por obrigação criar leis e projetos não incluem no orçamento do estado verba com antecedência? Por que não começar os devidos reparos nos fatídicos ramais em tempos de estiagem que pode ser feito algo que preste e digno aos senhores do campo?</p>
<p>Uma última pergunta que acho peculiar: Qual é mesmo a função da SEATER, alem de pagar generosos salários a seus funcionários? Por que eles não fazem uma sincronia com o poder executivo dos municípios e estado, levando as informações que se fazem necessários em favor do “pessoá” da área rural?</p>
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		<title>Por: americo canhoto</title>
		<link>http://terramagazine.terra.com.br/blogdaamazonia/blog/2009/12/29/florestania-hippie/#comment-34173</link>
		<dc:creator>americo canhoto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 14:22:03 +0000</pubDate>
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		<description>Certamente, serão os simples a herdar a nova terra - não deixem contaminar essa idéia/semente por oportunistas.

Contem com os ativistas do sul pelo bem de Gaia.

vocês estão no mapa do futuro - essa região será preservada pelas águas na mudança da crosta; breve; muito mais breve do que a maioria imagina.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Certamente, serão os simples a herdar a nova terra &#8211; não deixem contaminar essa idéia/semente por oportunistas.</p>
<p>Contem com os ativistas do sul pelo bem de Gaia.</p>
<p>vocês estão no mapa do futuro &#8211; essa região será preservada pelas águas na mudança da crosta; breve; muito mais breve do que a maioria imagina.</p>
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		<title>Por: José Francisco Eloi</title>
		<link>http://terramagazine.terra.com.br/blogdaamazonia/blog/2009/12/29/florestania-hippie/#comment-34172</link>
		<dc:creator>José Francisco Eloi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 13:16:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogdaamazonia.blog.terra.com.br/?p=5662#comment-34172</guid>
		<description>É muito bom sabermos que existe um lugar assim. A Amazônia de todos nós tem que ser mantida em pé. Este paraiso que nos foi legado por Deus, tem mais valor em pé do que derrubado. Tenho certeza que em pouco tempo, tal florestania será disseminada e supervalorizada, principalmente pelo mundo desenvolvido, cujas florestas não existem mais. Ter áreas verdes como a nossa e realmente protegidas através de uma consciência popular, será o meior trunfo de uma grande nação. Parabéns, e que Deus os proteja e ilumine a todos nós!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É muito bom sabermos que existe um lugar assim. A Amazônia de todos nós tem que ser mantida em pé. Este paraiso que nos foi legado por Deus, tem mais valor em pé do que derrubado. Tenho certeza que em pouco tempo, tal florestania será disseminada e supervalorizada, principalmente pelo mundo desenvolvido, cujas florestas não existem mais. Ter áreas verdes como a nossa e realmente protegidas através de uma consciência popular, será o meior trunfo de uma grande nação. Parabéns, e que Deus os proteja e ilumine a todos nós!</p>
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