Voltar ao futebol brasileiro, mesmo com a proximidade da Copas das Confederações e do Mundo, não é prioridade para Kaká. O meia brasileiro ainda quer jogar na Europa, em mercado de primeira linha. Voltar para o Milan é uma das possibilidades, mesmo ganhando ,menos do que recebe no Real Madrid.

Kaká está perdendo a guerra contra o técnico português José Mourinho. Ele já poderia ter mandado sinais ao mercado da bola que gostaria de deixar o time madrilenho no meio do ano passado. Não o fez porque, como revelou o Blog do Boleiro, tratava a “questão Mourinho” como uma quebra de braço que ele pretendia vencer.

Perdeu. E agora, a duas semanas do fechamento da janela do mercado europeu, os jornais espanhóis soltam reportagens falando do interesse do Fluminense em repatriar o jogador. Nesta quinta-feira, o presidente Juvenal Juvêncio, do São Paulo, resolveu afastar a hipótese de negociar com Kaká alegando que o salário dele no Real é impossível de ser pago no Brasil.

Na verdade, se constatar que não terá vaga em clube grande na Itália, Espanha ou Alemanha ou Inglaterra, Kaká passa a considerar o retorno ao futebol brasileiro. Ele sabe que terá de diminuir o salário. Mesmo para os termos europeus, isso vai acontecer.

O importante para o meia formado no São Paulo – que já disse a amigos do tricolor paulista que não seria assim tão difícil contratá-lo –a volta ao Brasil é projeto para um futuro mais distante. Mas nada impede que ele seja atraído por outras vantagens, entre elas, a garantia de que vai ser tratado como titular.