Walter Fanganiello Maierovitch
As ameaças chegaram via web. O papa Ratzinger é descrito como cúmplice do "exército de cruzados" dirigidos por Bush. Fala-se em "Guerra Santa para conquistar Roma".
Elas vêm do chamado Conselho dos Mujahidin, uma sigla terrorista do Iraque e ligada à rede da Al Qaeda.
Consta no texto: "Depois que o portador da bandeira cruzada - o bobalhão Bush - anunciou a nova campanha dos cruzados contra o Afeganistão e o Iraque, eis que surge o servo da cruz, um papa do Vaticano que, como Bush, ataca o Islã e ofende o profeta, isso no seu discurso sobre a Jihad".
Paralelamente, a União Européia (UE) criticou as reações excessivas ao discurso do papa Bento XVI. No comunicado da UE consta que as reações são "desproporcionais e inaceitáveis".
O texto da coligada iraquiana da Al Qaeda termina com ameaças contra o Ocidente, "da qual Roma é a capital simbólica" : "Os muçulmanos conquistarão Roma como prometeu o enviado de Alá e assim como já conquistamos Constantinopla no passado.
» Terminada a crise das moedas, chega a crise dos cartões