
Atualizada às 20h40 Bob Fernandes
Na madrugada desta quarta-feira, pouco antes das seis da manhã, policiais federais do Núcleo de Inteligência da PF de São Paulo, entraram no apartamento do delegado Protógenes Queiróz. O delegado Amaro chefiava a operação. Com mandado, buscaram equipamentos e documentos. A suposta busca de equipamentos é parte de um processo da Corregedoria que investiga gravações telefônicas.
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A decisão é do juiz Ali Mazloum, da Sétima Vara Criminal de São Paulo. A Procuradoria da República foi contra a operação, pedida pela Polícia Federal. Na noite anterior, em palestra de mais de duas horas, na Associação de Professores da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - APROPUC, ao ser indagado se havia pedido afastamento da Polícia Federal depois da Operação Satiagraha, Protógenes disse:
- A sociedade não é burra nem surda. Todo mundo sabe o que aconteceu. Aquela era uma investigação que havia chegado aos donos do Brasil, às pessoas que manipulam o Judiciário, o Congresso, o grande poder político, e é por isso que eu fui afastado.
Terra Magazine
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Terra/Reprodução
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