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Dia do Rock vira pretexto para homenagens a grandes bandas do gênero
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Há exatos 25 anos, acontecia Live Aid, festival de música ocorrido simultaneamente na Filadélfia (EUA) e em Londres (Inglaterra), com a participação de nomes consagrados do rock como Paul McCartney, Mick Jagger, David Bowie, Queen, Judas Priest, Bob Dylan, entre outros medalhões. A iniciativa, capitaneada por Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, teve o intuito de arrecadar fundos para os famintos da Etiópia.
Assim, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock e a inspirar homenagens ao passado do gênero: de nomes como os Beatles ao patrono Elvis Presley.
Naquele 13 de julho do Live Aid, as apresentações foram realizadas no Estádio de Wembley, na Inglaterra, e no JFK Stadium, nos Estados Unidos. Os shows foram transmitidos para mais de 100 países e arrecadaram cerca de 60 milhões de dólares para a causa.
O megashow inspirou um outro evento mundial do rock e do pop, realizado em 2005. O Live 8 reuniu cerca de 3 bilhões de pessoas em dez palcos em diferentes países. O objetivo, mais uma vez, era arrecadar fundos. No novo evento, porém, houve apelo para ajuda a vários países pobres da África. O nome - Live 8 - foi escolhido como uma forma de estimular os países do G8 (grupo dos países mais ricos do mundo) a colaborarem com a causa.
Em São Paulo, dois shows comemoram o Dia do Rock no Brasil. Os roqueiros do Dr. Sin tocam no Manifesto - El Templo Del Rock (R. Iguatemi, 36 - Itaim Bibi) e a banda Patrulha do Espaço se apresenta no Sesc Vila Mariana (R. Pelotas, 141 - Vila Mariana).
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