Dois rankings anuais divulgaram os resultados da edição deste ano ontem. O primeiro, feito pela revista inglesa 442, informa qual o empresário mais rico do mundo do futebol (não estamos falando de agentes de jogaodres), já o segundo, da publicação norte-americana Forbes, traz as marcas mais fortes do mundo do esporte, dividido em categorias como empresas, eventos e atletas.

O interessante é perceber que, apesar de serem considerados, ou vendidos como, listas mundiais, fica clara a influência do local onde foram realizadas, ou seja, no primeiro caso a Inglaterra tem muito mais peso, assim como os Estados Unidos tem no segundo.

Para a 442, e isso é um fato, a Premier League reúne os donos de equipe mais ricos do mundo, como o Sheik Mansour, dono do Manchester City e que agora lidera o ranking, com uma fortuna pessoal avaliada em US$ 31 bilhões – deste dinheiro ele já gastou cerca de US$ 700 milhões em contratações para o time nos últimos anos. Na sequencia vem o russo Alisher Usmanov, dono do Arsenal, com fortuna estimada em US$ 19 bilhões e em terceiro o indiano Lakshmi Mittal, que usou parte dos US$ 18 nilhões que tem na conta para comprar o modesto Queens Park Rangers. O russo Roman Abramovich, que antes liderava o ranking, agora caiu para a quarta posição (US$ 10 bilhões).

Já para a Forbes a Nike continua no topo entre as empresas, avaliada em US$ 15 bi, seguida por ESPN, adidas, Sky Sports e Gatorade. Na categoria eventos, o Super Bowl lidera, seguido por Olimpiadas e Copa do Mundo Fifa (olha o viés americano). Entre os atletas, apesar de tudo, a marca Tiger Woods continua na frente, avaliada em US$ 55 milhões. Depois vem Federer, Phil Mickelson (golfe), David Beckham, LeBron James, Kobe Bryant, Dale Earnhardt (Nascar), Maria Sharapova, Cristiano Ronaldo e Shaun White (snow e skate).