Não tem como, o assunto não para de crescer e não só no Brasil – nos EUA é a modalidade que teve o maior aumento de praticantes em 2010. Fato é que o rugby nunca esteve em tanta evidência no mundo como agora e isso tem chamado a atenção não só do público como também da mídia e de empresas interessadas neste novo mercado que se abre.
A Heineken, por exemplo, que já patrocina a Copa do Mundo de Rugby desde 1995, acaba de renovar o contrato por mais quatro anos, quando a próxima etapa do mundial ocorrerá em 2015. Com isso o investimento da cervejaria na modalidade durante este período vai ultrapassar a marca de US$ 140 milhões. Hans Erik Tuijy, gerente da marca, disse para a Reuters: “Mais de 50% das nossas vendas estão nos 20 países que disputaram esta última edição da Copa do Mundo.”
Uma nova pesquisa da Coventry University’s Centre for the International Business of Sport encomendada pela Mastercard, um dos patrocinadores da Copa do Mundo de Rugby que terá a sua grande final neste domingo com as seleções da Nova Zelândia, dona da casa, e França, revela que somente estes próximos três dias (começando com a disputa de terceiro lugar hoje a noite) vão levar cerca de US$ 67 milhões para a economia do país, com turistas (cerca de 50 mil estrangeiros) e gastos no comércio local.
Com mais de 4 bilhões de pessoas em audiência acumulada, números que deixam o torneio atrás apenas das Olimpíadas e Copa do Mundo Fifa.