Nos Estados Unidos é assim: as ligas negociam as propriedades e a marca do campeonato, os clubes podem fazer seus próprios contratos e, por fim, os atletas trabalham as imagens individuais, desde que não usem nada relacionado as outras duas partes envolvidas. Na verdade, podemos dizer que este modelo é seguido no mundo todo, mas é nos EUA onde ele é melhor explorado.

E vem de lá uma iniciativa inédita que reúne mais de dois mil atletas da NFL, a liga de futebol americano. Eles criaram um site com o intuito de facilitar e agilizar qualquer contrato de licenciamento ou uso de imagem e autógrafos dos atletas.

Ou seja, de um aplicativo de celular até um pacote de pipoca de microndas, a empresa entra no Playmark, busca pelo(s) atleta(s) que tem interesse em fazer negócio e pronto, o contato está feito. Trata-se de um projeto pioneiro que, pela facilidade e possibilidade de trabalhar em diversos nichos, deve potencializar diversos negócios, inclusive para ilustradores e designers que tenham trabalhos como caricaturas ou logotipos criados.

Ganham os atletas, desenvolvedores de programas/aplicativos, artistas independentes, fornecedores (camisetas, brindes, etc) e agências de todos os tamanhos, que prometem aumentar e muito os US$ 78 milhões que a NFL Players Inc. recebeu em roylaties no ano passado.