A profissão de agente de jogador de futebol (ou, empresário, como é mais conhecida no Brasil) vem chamando a atenção de muita gente nos últimos anos graças a promessa de dinheiro fácil – o que não é bem verdade. Porém, é inegável que quando bons negócios são realizados, a rentabilidade é enorme.

Prova disso é um relatório que acaba de ser divulgado na Europa pelo CIES Football Observatory com os ganhos destes profissionais (devidamente registrados) no mercado da UEFA. Segundo este estudo, os ganhos deles cherama a 400 milhões de euros em transações realizadas na última temporada.

O que também chama a atenção é que metade dos jogadores que estão na primeira divisão dos cinco principais mercados europeus (Inglaterra, Italia, Espanha, Alemanha e França) são representados por apenas 83 agentes ou agências. Como comparativo, são 6082 agentes registrados no mundo todo.

O perfil do agente também foi traçado:
- média de idade de 42 anos
- recebe cerca de 100 mil euros por ano (aqui a variação é enorme, é apenas um indicativo)
- 71% deles falam, ao menos, duas línguas
- 75% tem nível universitário
- 59% dividem seu tempo com outras atividades profissionais, como direito ou finanças
- 46% deles ajudam os atletas em questões pessoais (passagens, família, escola, contas, etc)

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