foto: divulgação/UFC

Maurício ‘Shogun’ Rua é considerado um dos meio-pesados mais talentosos das artes marciais mistas. O faixa preta de Muay Thai e jiu-jitsu é um atleta completo e que possui capacidade para finalizar suas lutas tanto em pé como no chão. Apesar de jovem, o lutador da Universidade da Luta possui grande experiência no MMA, esporte em que conquistou cinturões no [extinto] Pride e no UFC, as duas organizações mais importantes da história.

Apesar do currículo, do reconhecimento, habilidade técnica e da calma que o caracteriza quando está em ação, Shogun é visto com desconfiança pelos críticos e até mesmo por sua legião de fãs que se questionam a cada apresentação do curitibano se ele voltará a ser o lutador dominante de outros tempos. A maior dúvida em relação a Maurício Rua é a preparação física, que é apontada como a parte mais fraca de suas últimas performances.

O combate de hoje a noite contra Alexander Gustafsson poderá dar ao brasileiro uma nova oportunidade de disputa do cinturão do Ultimate Fighting Championship. O adversário está embalado por cinco vitórias consecutivas e está disposto a provar ao mundo que ele é um dos melhores competidores do momento e que Shogun, a quem chama de lenda, faz parte do passado. O confronto coloca frente a frente dois strikers e a expectativa é de que termine antes do término do terceiro round.

Shogun aposta em sua experiência e quer provar que ainda tem muito a mostrar no octógono. "Experiência é algo que você traz com você de todas as lutas. Já passei por tantas situações diferentes na minha carreira, que aprendi muito com elas, e essas situações me ajudaram a encarar o futuro. O treinador do Gustafsson disse que sou o passado, e ele é o presente, mas ele está errado. Tenho somente 31 anos, fui campeão no PRIDE com apenas 23, e é esta bagagem que trago comigo. Sei que meu melhor ainda está por vir e vou começar a provar isto no sábado", garantiu.

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