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	<title>Comentários sobre: eleições: maior problema é a concentração de poderes</title>
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	<description>Blog por Silvio Meira. Professor titular de engenharia de software, presidente do conselho do PortoDigital.org, além de fundador e batuqueiro do maracatu &#34;a cabra alada&#34;.</description>
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		<title>Por: Fabio Martins</title>
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		<dc:creator>Fabio Martins</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 16:39:17 +0000</pubDate>
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		<description>Estudos, como nesta série, sobre o nosso boneco de sistema eleitoral valem exponencialmente em alcance e conteúdo.
Mas no acender, no clarear e no apagar das luzes, o que conta mesmo pra valer é  uma Legilsação Politica digna de uma  Nação, quer tenha poucos ou milhões de eleitores como no caso do  Brasil.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estudos, como nesta série, sobre o nosso boneco de sistema eleitoral valem exponencialmente em alcance e conteúdo.<br />
Mas no acender, no clarear e no apagar das luzes, o que conta mesmo pra valer é  uma Legilsação Politica digna de uma  Nação, quer tenha poucos ou milhões de eleitores como no caso do  Brasil.</p>
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		<title>Por: daniel</title>
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		<dc:creator>daniel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 21:43:30 +0000</pubDate>
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		<description>isso nao e o q eu quero voces sao filhos da puta</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>isso nao e o q eu quero voces sao filhos da puta</p>
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		<title>Por: marcos</title>
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		<dc:creator>marcos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 19:19:34 +0000</pubDate>
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		<description>Qualquer um que tenha o minimo de conhecimento de informatica, sabe que nao se pode usar um diskete em urna eletronica, onde pode-se utiliza-lo p dar boot na maquina..So nao fazem algo realmente seguro pq n querem!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Qualquer um que tenha o minimo de conhecimento de informatica, sabe que nao se pode usar um diskete em urna eletronica, onde pode-se utiliza-lo p dar boot na maquina..So nao fazem algo realmente seguro pq n querem!!!!</p>
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		<title>Por: Amilcar Brunazo Filho</title>
		<link>http://terramagazine.terra.com.br/silviomeira/blog/2008/09/10/eleicoes-maior-problema-e-a-concentracao-de-poder/#comment-1275</link>
		<dc:creator>Amilcar Brunazo Filho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 02:33:19 +0000</pubDate>
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		<description>Sr. Antônio,
Escondido no anonimato é fácil agredir quem se apresenta de peito aberto. Em seus comentários sempre dirige seus argumentos contra a minha pessoa. 

Eu digo (na terceira parte de entrevista) que o administrador eleitoral acumula poderes, o que resulta em abuso e obscurantismo no processo eleitoral. Você responde que eu não conheço a eleição de 1996. Conheço sim, Sr. Antônio. Melhor que o Sr., explico adiante.

Eu digo (na segunda parte) que existem vulnerabilidades que podem ser exploradas por fraudadores. Você diz que eu quero apenas jogar o nome de outros na lama e que não apresento provas.

Eu digo (na primeira parte) que há mais de dois anos solicitei, junto com os técnicos de outros partidos, permissão do TSE para apresentar as provas formal e oficialmente (em testes de penetração), e que o TSE e os demais que lhe enganam se omitem e só fogem da questão. Como você também se omite.

Nas eleições de 2006 os votos eram impressos mas não eram mostrados para conferência e confirmação do eleitor. Não eram o que, no meio acadêmico no exterior, chamam de VVPAT (Voter Verifiable Print Audit Trail) ou, como traduzi, Voto Impresso Conferido Pelo Eleitor.

Sem serem vistos pelo eleitor antes de serem apurados, não tinham nenhuma serventia para efeito de recontagem ou conferência da apuração, uma vez que um programa fraudulento que desviasse votos poderia imprimir votos falsos e o eleitor não tinha como conferí-los. Um fiscal que pedisse sua recontagem estaria assinando um atestado de idiota.

Desde 1999 tenho textos aprovados nos principais congressos acadêmicos do Brasil (ITA, SBC, WSEG, etc.) e sempre falei sobre isso. Você tem algum artigo seu aprovado em congressos de tecnologia categorizados explicando como poderia ser feita uma auditoria de votos que o eleitor não viu?
Tenho certeza que não. 

Este seu comentário mostra que você me critica sem nunca ter lido o que escrevo desde 1999. Também revela que é você quem não conhecia a eleição de 1996.

Mas, Sr. Antônio, o mais importante é que criticas à minha pessoa não tem a capacidade de alterar os fatos que denuncio. A cor da minha pele, a religião que pratico, minhas preferências sexuais e meus interesses econômicos, por mais condenáveis que forem, não alteram o fato de que:

1) No Brasil não existe tri-partição de poderes no processo eleitoral;
2) Que isto resulta em obscurantismo e em autoritarismo (e no puxa-saquismo de praxe);  
3) Que o TSE se recusa a permitir testes de ataques abertos nas urnas eletrônicas;
4) Que contratou (eu até indiquei o nº do contrato) a FACTI e o CenPRA para fazerem testes secretos;
5) que o teste revelou falhas de segurança insanáveis nas urnas eletrônicas;
6) Que eles mantém secreto o relatório para continuar iludindo os seus fiéis do Santo Baite;

Você, Sr. Antônio, que se pretende tão bem informado, tem conhecimento do conteúdo destes relatórios da empresa FACTI?
Sabe me explicar porque as urnas brasileiras foram rejeitadas em TODOS, eu disse TODOS, os países que vieram estudá-la?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Antônio,<br />
Escondido no anonimato é fácil agredir quem se apresenta de peito aberto. Em seus comentários sempre dirige seus argumentos contra a minha pessoa. </p>
<p>Eu digo (na terceira parte de entrevista) que o administrador eleitoral acumula poderes, o que resulta em abuso e obscurantismo no processo eleitoral. Você responde que eu não conheço a eleição de 1996. Conheço sim, Sr. Antônio. Melhor que o Sr., explico adiante.</p>
<p>Eu digo (na segunda parte) que existem vulnerabilidades que podem ser exploradas por fraudadores. Você diz que eu quero apenas jogar o nome de outros na lama e que não apresento provas.</p>
<p>Eu digo (na primeira parte) que há mais de dois anos solicitei, junto com os técnicos de outros partidos, permissão do TSE para apresentar as provas formal e oficialmente (em testes de penetração), e que o TSE e os demais que lhe enganam se omitem e só fogem da questão. Como você também se omite.</p>
<p>Nas eleições de 2006 os votos eram impressos mas não eram mostrados para conferência e confirmação do eleitor. Não eram o que, no meio acadêmico no exterior, chamam de VVPAT (Voter Verifiable Print Audit Trail) ou, como traduzi, Voto Impresso Conferido Pelo Eleitor.</p>
<p>Sem serem vistos pelo eleitor antes de serem apurados, não tinham nenhuma serventia para efeito de recontagem ou conferência da apuração, uma vez que um programa fraudulento que desviasse votos poderia imprimir votos falsos e o eleitor não tinha como conferí-los. Um fiscal que pedisse sua recontagem estaria assinando um atestado de idiota.</p>
<p>Desde 1999 tenho textos aprovados nos principais congressos acadêmicos do Brasil (ITA, SBC, WSEG, etc.) e sempre falei sobre isso. Você tem algum artigo seu aprovado em congressos de tecnologia categorizados explicando como poderia ser feita uma auditoria de votos que o eleitor não viu?<br />
Tenho certeza que não. </p>
<p>Este seu comentário mostra que você me critica sem nunca ter lido o que escrevo desde 1999. Também revela que é você quem não conhecia a eleição de 1996.</p>
<p>Mas, Sr. Antônio, o mais importante é que criticas à minha pessoa não tem a capacidade de alterar os fatos que denuncio. A cor da minha pele, a religião que pratico, minhas preferências sexuais e meus interesses econômicos, por mais condenáveis que forem, não alteram o fato de que:</p>
<p>1) No Brasil não existe tri-partição de poderes no processo eleitoral;<br />
2) Que isto resulta em obscurantismo e em autoritarismo (e no puxa-saquismo de praxe);<br />
3) Que o TSE se recusa a permitir testes de ataques abertos nas urnas eletrônicas;<br />
4) Que contratou (eu até indiquei o nº do contrato) a FACTI e o CenPRA para fazerem testes secretos;<br />
5) que o teste revelou falhas de segurança insanáveis nas urnas eletrônicas;<br />
6) Que eles mantém secreto o relatório para continuar iludindo os seus fiéis do Santo Baite;</p>
<p>Você, Sr. Antônio, que se pretende tão bem informado, tem conhecimento do conteúdo destes relatórios da empresa FACTI?<br />
Sabe me explicar porque as urnas brasileiras foram rejeitadas em TODOS, eu disse TODOS, os países que vieram estudá-la?</p>
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		<title>Por: Nenhuma novidade</title>
		<link>http://terramagazine.terra.com.br/silviomeira/blog/2008/09/10/eleicoes-maior-problema-e-a-concentracao-de-poder/#comment-1274</link>
		<dc:creator>Nenhuma novidade</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 01:34:34 +0000</pubDate>
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		<description>Até agora tudo o que eu consegui ler sobre fraudes em eleições eletrônicas resumiu-se ou à repetição de fraudes que já aconteciam na eleição convencional em papel ou questões onde você fecha uma porta e abre uma janela.
O problema não parece ser com o meio, mas com o processo como um todo. E isso todo mundo sabe que precisa mudar.
Eleitores-fantasma, votos de eleitores faltosos, troca de votos, adulteração na contagem, tudo isso já era possível antes e continua possível hoje.
O título de eleitor é um dos documentos mais (com perdão da palavra) vagabundos que existem no país. Não tem foto, se tira em qualquer cartório e com tantos Josés da Silva homônimos por aí é simplesmente impossível controlar duplicações.
Creio que um passo mais eficaz na direção de uma solução definitiva seria a unificação de todos os documentos.
Um único cartão que fosse simplesmente um identificador único e armazenasse informações atualizadas sobre tudo da vida da pessoa.
Informações médicas, biométricas (foto, digital, assinatura, senha), permissões (carteira de motorista, porte de arma, direitos especiais), tudo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Até agora tudo o que eu consegui ler sobre fraudes em eleições eletrônicas resumiu-se ou à repetição de fraudes que já aconteciam na eleição convencional em papel ou questões onde você fecha uma porta e abre uma janela.<br />
O problema não parece ser com o meio, mas com o processo como um todo. E isso todo mundo sabe que precisa mudar.<br />
Eleitores-fantasma, votos de eleitores faltosos, troca de votos, adulteração na contagem, tudo isso já era possível antes e continua possível hoje.<br />
O título de eleitor é um dos documentos mais (com perdão da palavra) vagabundos que existem no país. Não tem foto, se tira em qualquer cartório e com tantos Josés da Silva homônimos por aí é simplesmente impossível controlar duplicações.<br />
Creio que um passo mais eficaz na direção de uma solução definitiva seria a unificação de todos os documentos.<br />
Um único cartão que fosse simplesmente um identificador único e armazenasse informações atualizadas sobre tudo da vida da pessoa.<br />
Informações médicas, biométricas (foto, digital, assinatura, senha), permissões (carteira de motorista, porte de arma, direitos especiais), tudo.</p>
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