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	<title>Comentários sobre: há como aprender com “aperitivos informacionais”?</title>
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	<description>Blog por Silvio Meira. Professor titular de engenharia de software, presidente do conselho do PortoDigital.org, além de fundador e batuqueiro do maracatu &#34;a cabra alada&#34;.</description>
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		<title>Por: Emerson Espínola</title>
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		<dc:creator>Emerson Espínola</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 15:09:44 +0000</pubDate>
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		<description>O que posso falar é que muita gente que escreve precisa de um raciocínio mais estruturado. Quando o escritor começa a escrever de forma desestruturada, o leitor (pelo menos eu) perde a paciência em ler o texto, pois procura a resposta que parece insistir em fugir dele.

Quando você lê um texto e pensa consigo: o que esse parágrafo tem a ver com o anterior? Pode ser um indicativo de que o texto não está bem escrito. Para o autor pode ser que esteja, pois o gap que ficou entre o parágrafo atual e o anterior está na sua cabeça, mas o leitor não necessariamente tem esse conteúdo e sente o gap bastante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que posso falar é que muita gente que escreve precisa de um raciocínio mais estruturado. Quando o escritor começa a escrever de forma desestruturada, o leitor (pelo menos eu) perde a paciência em ler o texto, pois procura a resposta que parece insistir em fugir dele.</p>
<p>Quando você lê um texto e pensa consigo: o que esse parágrafo tem a ver com o anterior? Pode ser um indicativo de que o texto não está bem escrito. Para o autor pode ser que esteja, pois o gap que ficou entre o parágrafo atual e o anterior está na sua cabeça, mas o leitor não necessariamente tem esse conteúdo e sente o gap bastante.</p>
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		<title>Por: Paulo Nasc</title>
		<link>http://terramagazine.terra.com.br/silviomeira/blog/2010/02/23/h-como-aprender-com-aperitivos-informacionais/#comment-4973</link>
		<dc:creator>Paulo Nasc</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 22:42:36 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bem contextualizado a questão do excesso de informação. É incerto que rumo tomará os acontecimento relacionados à educação e o próprio estilo de vida que nos será possível alcançar. Vale então, para desanuviar o panorama  um legítimo &quot;aperitivo&quot; de boa procedência - Claude Lévi Strauss: &quot;A história pode nos levar a qualquer lugar, sob a condição de que saiamos dela.&quot;  
A saida, por favor, onde fica a saída?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem contextualizado a questão do excesso de informação. É incerto que rumo tomará os acontecimento relacionados à educação e o próprio estilo de vida que nos será possível alcançar. Vale então, para desanuviar o panorama  um legítimo &#8220;aperitivo&#8221; de boa procedência &#8211; Claude Lévi Strauss: &#8220;A história pode nos levar a qualquer lugar, sob a condição de que saiamos dela.&#8221;<br />
A saida, por favor, onde fica a saída?</p>
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	<item>
		<title>Por: rafael</title>
		<link>http://terramagazine.terra.com.br/silviomeira/blog/2010/02/23/h-como-aprender-com-aperitivos-informacionais/#comment-4972</link>
		<dc:creator>rafael</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 19:07:21 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo quase que totalmente com o texto, mas não penso que a dita impaciencia com textos grandes vem de agora. Pode até ter se agravado, mas não creio que a grande massa humana nos seculos passados apreciavam ler grandes textos ao inves de pequenos.

Mas uma pergunta, esse estilo do texto, de não por letras maiusculas e com alguns erros de gramática é proposital ou acidental? Preferia que fosse um texto mais correto formalmente, porque achei meio ruim ler um texto longo só com letras minúsculas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo quase que totalmente com o texto, mas não penso que a dita impaciencia com textos grandes vem de agora. Pode até ter se agravado, mas não creio que a grande massa humana nos seculos passados apreciavam ler grandes textos ao inves de pequenos.</p>
<p>Mas uma pergunta, esse estilo do texto, de não por letras maiusculas e com alguns erros de gramática é proposital ou acidental? Preferia que fosse um texto mais correto formalmente, porque achei meio ruim ler um texto longo só com letras minúsculas&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Mauro Alex Rego</title>
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		<dc:creator>Mauro Alex Rego</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 13:32:11 +0000</pubDate>
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		<description>Fui um jovem educado nesse contexto descrito: games e aulas expositivas. E ainda hoje sofro com essa &quot;ansiedade&quot; de responder a uma pergunta (ou de entender um texto) sem antes digeri-lo. 

Quando, ano passado, tive a oportunidade de dar aula em um curso superior de Design, percebi essa &quot;velocidade&quot; em muitos estudantes: observação superficial dos princiais tópicos do slide e objetividade nos desafios para se obter a nota. 

A educação deve ser centrada no estudante: deve se utilizar dos elementos da sua cultura e, principalmente, decodificar os seus processos cognitivos de forma a aplica-los em sala de aula. As TED Talks e mini documentários do youtube funcionaram muito bem com os meus estudantes.

Em um trecho do documentário &quot;A Folha que Sobrou do Caderno&quot;  (doc. sobre educação de design no Brasil) fala-se um pouco sobre a necessidade de envolver o aluno nesse processo de pensar. 
http://www.boanaestudio.com.br/blog/a-folha-que-sobrou-do-caderno/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fui um jovem educado nesse contexto descrito: games e aulas expositivas. E ainda hoje sofro com essa &#8220;ansiedade&#8221; de responder a uma pergunta (ou de entender um texto) sem antes digeri-lo. </p>
<p>Quando, ano passado, tive a oportunidade de dar aula em um curso superior de Design, percebi essa &#8220;velocidade&#8221; em muitos estudantes: observação superficial dos princiais tópicos do slide e objetividade nos desafios para se obter a nota. </p>
<p>A educação deve ser centrada no estudante: deve se utilizar dos elementos da sua cultura e, principalmente, decodificar os seus processos cognitivos de forma a aplica-los em sala de aula. As TED Talks e mini documentários do youtube funcionaram muito bem com os meus estudantes.</p>
<p>Em um trecho do documentário &#8220;A Folha que Sobrou do Caderno&#8221;  (doc. sobre educação de design no Brasil) fala-se um pouco sobre a necessidade de envolver o aluno nesse processo de pensar.<br />
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