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	<title>Comentários sobre: livro vira serviço&#8230;</title>
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	<description>Blog por Silvio Meira. Professor titular de engenharia de software, presidente do conselho do PortoDigital.org, além de fundador e batuqueiro do maracatu &#34;a cabra alada&#34;.</description>
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		<title>Por: Sebastião Cartaxo</title>
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		<dc:creator>Sebastião Cartaxo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 18:52:32 +0000</pubDate>
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		<description>Assim como o universo, que se expande em progressão geométrica, é o mercado de informática. Lí seu artigo na Folha de São Paulo (29SET) e achei pessimista em relação ao potencial empreendedor e inovador do desenvolvedor brasileiro.

Lá vc cita que o mercado para folhas de pagamento e contas a pagar já acabou. E concordo. Mas esses serviços, tipo livro, geram uma nova enxurrada de demandas. E nós nem dependemos tanto das demandas explícitas. Hoje a oferta gera demanda.

O desenvolvedor hoje se equipara ao músico, pois pode trabalhar diretamente para as pessoas. Quem faz download de música digital, agora também faz de aplicativos.

Será que nossos empreendedores estão atentos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como o universo, que se expande em progressão geométrica, é o mercado de informática. Lí seu artigo na Folha de São Paulo (29SET) e achei pessimista em relação ao potencial empreendedor e inovador do desenvolvedor brasileiro.</p>
<p>Lá vc cita que o mercado para folhas de pagamento e contas a pagar já acabou. E concordo. Mas esses serviços, tipo livro, geram uma nova enxurrada de demandas. E nós nem dependemos tanto das demandas explícitas. Hoje a oferta gera demanda.</p>
<p>O desenvolvedor hoje se equipara ao músico, pois pode trabalhar diretamente para as pessoas. Quem faz download de música digital, agora também faz de aplicativos.</p>
<p>Será que nossos empreendedores estão atentos?</p>
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		<title>Por: C.S.Soares</title>
		<link>http://terramagazine.terra.com.br/silviomeira/blog/2011/09/30/livro-vira-servio/#comment-7958</link>
		<dc:creator>C.S.Soares</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 14:55:34 +0000</pubDate>
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		<description>Silvio, há uns dois anos escrevi em um artigo em que falava do ecossistema dos livros: &quot;Se os livros, como gosto de enfatizar, devem ser vistos como serviços [pelo menos os livros em redes digitais], a própria literatura tende a ser, no futuro não muito distante, um web service: leremos o livro, extrairemos trechos, converteremos o texto em áudio [e imagens], interagiremos com dicionários e enciclopédias on-line e outros leitores [e escritores, por que não?] do mesmo livro, em um grande ecossistema ao redor do texto.&quot;

Em 2009, levei um romance para o Twitter. Nesta semana, em evento da prefeitura do Rio, falei sobre &quot;Krapotkinware&quot;, um projeto de &quot;narrativa baseada em redes sociais&quot; que estou realizando agora. (Aqui, a apresentação http://www.slideshare.net/obliq ). 

Os livros digitais serão cada vez menos parecidos com os livros que conhecemos. Os livros digitais precisam ter DNA da web. Precisamos pensar livros diferentes. 

Eu fui e-publisher de uma grande editora brasileira e me incomoda que nelas, nas editoras, ainda não haja espaço para se pensar o livro de uma forma diferente, separando conteúdo de forma (interface+lógica+banco de dados, como software). Livros digitais são software. 

Agora, pela OBLIQ, startup que estou criando, e através de Krapotkinware (uma narrativa que envolve blogs, twitter, facebook, flickr, youtube e um wiki http://dicionariokrapotkinware.com.br), pretendo mostrar que os livros não precisam mais ser limitados por duas capas. E isso é ótimo!

Abs,
Claudio Soares</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Silvio, há uns dois anos escrevi em um artigo em que falava do ecossistema dos livros: &#8220;Se os livros, como gosto de enfatizar, devem ser vistos como serviços [pelo menos os livros em redes digitais], a própria literatura tende a ser, no futuro não muito distante, um web service: leremos o livro, extrairemos trechos, converteremos o texto em áudio [e imagens], interagiremos com dicionários e enciclopédias on-line e outros leitores [e escritores, por que não?] do mesmo livro, em um grande ecossistema ao redor do texto.&#8221;</p>
<p>Em 2009, levei um romance para o Twitter. Nesta semana, em evento da prefeitura do Rio, falei sobre &#8220;Krapotkinware&#8221;, um projeto de &#8220;narrativa baseada em redes sociais&#8221; que estou realizando agora. (Aqui, a apresentação <a href="http://www.slideshare.net/obliq" rel="nofollow">http://www.slideshare.net/obliq</a> ). </p>
<p>Os livros digitais serão cada vez menos parecidos com os livros que conhecemos. Os livros digitais precisam ter DNA da web. Precisamos pensar livros diferentes. </p>
<p>Eu fui e-publisher de uma grande editora brasileira e me incomoda que nelas, nas editoras, ainda não haja espaço para se pensar o livro de uma forma diferente, separando conteúdo de forma (interface+lógica+banco de dados, como software). Livros digitais são software. </p>
<p>Agora, pela OBLIQ, startup que estou criando, e através de Krapotkinware (uma narrativa que envolve blogs, twitter, facebook, flickr, youtube e um wiki <a href="http://dicionariokrapotkinware.com.br" rel="nofollow">http://dicionariokrapotkinware.com.br</a>), pretendo mostrar que os livros não precisam mais ser limitados por duas capas. E isso é ótimo!</p>
<p>Abs,<br />
Claudio Soares</p>
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